MUTIRÃO DA CIDADANIA MOBILIZA A CIDADE DE ICAPUÍ

 Carlos Alberto (presidente da ARATU), Jerônimo Reis (prefeito de Icapuí), 
Estênio Freitas (Enfermeiro)

Hoje foi dia de mobilização e exercício da cidadania. A cidade de Icapuí realizou neste sábado 17 de dezembro, o MUTIRÃO DA CIDADANIA. A iniciativa da Prefeitura Municipal de Icapuí contou com a participação de populares e ONGs, associação, grupos organizados etc.
Várias equipes de dividiram por regiões e comunidades de Icapuí. A ARATU fez parte da equipe que foi deslocada para as comunidades de Barrinha, Requenguela e Barra Grande. Fizeram parte da equipe a Secretaria de Desenvolvimento de Meio Ambiente, Fundação Brasil Cidadão e a Associação ARATU de Proteção aos Ecossistemas Costeiros.
Vários entulhos, lixo de uma maneira geral, troncos de árvores, podas, foram recolhidos e colocados em caminhões, caçambas, tratores e encaminhados ao galpão próximo ao aterro sanitário.
Confira alguns registros da equipe que esteve no requenguela:













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ACIDADEICAPUI - OCUPAÇÃO DE ESTUÁRIO PREJUDICA CONSERVAÇÃO DO PEIXE-BOI MARINHO


Celso Calheiros
16 de Dezembro de 2011 


Reforço na prontidão da Aquasis, que integra a Rede de Encalhes de Mamíferos Aquáticos do Nordeste (Remane). Foto: Acervo Aquasis


A temporada de encalhes dos peixes-boi marinhos (Trichechus manatus), este ano, começou mais cedo. O primeiro filhote a ser retirado da praia foi em setembro, semanas antes de outubro, mês clássico para essas ocorrências. O aumento no número de encalhes põe à mostra novos problemas dessa espécie criticamente ameaçada no Brasil (de acordo com a Lista Oficial das Espécies da Fauna Brasileira Ameaçadas de Extinção) e no mundo (na lista vermelha do IUCN). As dificuldades para a manutenção desses mamíferos aquáticos na região tem relação direta com a ocupação do litoral ou das terras próximas ao litoral.

A aprovação do novo Código Florestal, que abriu exceção à ocupação até agora ilegal de mangues por atividades como a carcinicultura, pode tornar ainda pior a situação destes mamíferos.


Isso não quer dizer que os conservacionistas jogaram a toalha – muito pelo contrário, novas ideias e ações estão sendo colocadas em prática para multiplicar essa população
estimada em 423 indivíduos.

A faixa de litoral leste do Ceará e o noroeste do Rio Grande do Norte é a região com maior número de encalhes no país, de acordo com a Ana Carolina Meirelles, coordenadora do Programa de Mamíferos Marinhos e do Projeto Manati da Associação de Pesquisa e Preservação de Ecossistemas Aquáticos (Aquasis). Essa classificação chegou depois que seis estuários da região e suas formações de mangue passaram a receber projetos de salinas e de criação de camarões. “Essa região é parte do semiárido nordestino, onde os rios são intermitentes, os manguezais são pequenos e os impactos ambientais têm grandes consequências”, analisa.




Ocupação do berçário dos peixes-boi

Projetos de salinas, como em Barra Grande, na praia de Icapuí, se tornaram comuns no litoral potiguar e cearense. Foto: Acervo Aquasis


A utilização dos seis rios da região, antes usados como maternidade e berçário de peixe-bois (entre outros animais), foi comprovada em pesquisa de campo feita pela Aquasis em parceria com o Projeto Cetáceos da Costa Branca (PCCB) da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), em 2008 e 2009.

Com as áreas para parto e cuidados natais interditadas pela ação do homem, esses mamíferos marinhos tiveram que recorrer ao litoral. “Sem acesso aos rios, as fêmeas dão à luz em locais inapropriados”, detalha Ana Carolina, e lembra que a região não tem formação de baías costeiras. As praias ocorrem em mar aberto, com correnteza forte, grande quantidade de ondas. O resultado é a maior quantidade de encalhes de filhotes, que se desgarram da mãe.


Como forma de atenuar o risco de morte, pelo encalhe, desde 2001 existe a Rede de Encalhes de Mamíferos Aquáticos do Nordeste (Remane). “Se o encalhe for no Ceará, a Aquasis resgata, se for no litoral potiguar, o resgate é feito pelo PCCB”, explica. A Remane consegue até evitar mortes, mas nem tudo está resolvido.


Uma vez retirado da areia, o filhote é levado para o Centro de Reabilitação de Mamíferos Marinhos, que a Aquasi possui na unidade do Sesc Iparana, em Caucaia, Ceará. Os filhotes passam por bateria de exames, sob cuidados de veterinário especializado, que aplica todos os cuidados, relata Ana Carolina. Quando o animal se encontra com mais saúde, ele é transferido para o
Centro de Mamíferos Aquáticos (CMA), unidade do ICMBio em Itamaracá, Região Metropolitana do Recife. A viagem é feita em avião executivo.

Cuidados no cativeiro

Filhotes do Ceará e do Rio Grande do Norte resgatados são examinados, tratados, alimentados e, quando ficam saudáveis, são transferidos para Pernambuco. Foto: Acervo Aquasis


O animal está salvo, em princípio, viverá em cativeiro por cerca de dois anos, onde poderá ser alimentado em mamadeira especial. Ao crescer e atingir perto de 200kg será levado para uma das duas unidades do CMA (em Porto de Pedras, Alagoas, ou em Mamanguape, Paraíba), em um ambiente de transição para enfim ser colocado de volta à natureza. A viagem de cerca de 100km é feita na madrugada e requer uma grande operação.


Essa transferência geográfica, de animais encalhados no litoral potiguar ou cearense, para o litoral alagoano, tem seu efeito colateral, analisa Ana Carolina. A população de peixes-boi desta faixa do litoral brasileiro fornece seus filhotes, que não contribuem para a renovação da sua comunidade. “Isso é preocupante para populações pequenas como essa e pode levá-la rapidamente a extinção”, alerta a bióloga da Aquasis.


Uma faixa de litoral sem peixe-boi representaria a perda de habitat, um trecho de descontinuidade da presença do animal. Ocorrências como essa já foram apontadas em pesquisa de Régis Pinto de Lima no departamento de Oceanografia Biológica da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Os espaços que separam as populações de peixe-boi no Brasil são classificados como outro grave desafio a ser enfrentado pelos especialistas, aponta João Carlos Gomes Borges, da Fundação Mamíferos Aquáticos (FMA). “Somente com mais trocas entre pesquisadores e instituições, novos financiamentos para estudos, poderemos tratar esse tema”, defende.


O trabalho de Régis de Lima aponta dois trechos sem peixe-boi na faixa de litoral de Alagoas até o Amapá. O primeiro é entre a Barra de Camaragibe, em Alagoas e Recife (cerca de 200 quilômetros) e a segunda descontinuidade tem seu limite sul em Iguape e vai até Jericoacoara (aproximadamente 300 quilômetros), ambas cidades cearenses.
A transferência de indivíduos de uma área geográfica para outra e sua convivência em cativeiro pode possibilitar o hibridismo genético, adverte Denise Castro, da FMA. “O hibridismo”, afirma a bióloga, “pode inviabilizar a devolução do animal ao ambiente natural”.

Além do mais, a outra área de reintrodução de animais, no estuário do Rio Tatuamunha, em Mamanguape, Paraíba, foi alvo de um
estudo feito por Daine Anzolin que verificou a presença de metais pesados, que chegaram, supostamente, no leito do rio, que passa por várias plantações de cana-de-açúcar alvo de agrotóxicos. “Se tornou perigoso levar animais para lá”, adverte Ana Carolina, que explica as consequências dos metais pesados nos mamíferos. “Essa contaminação provoca imunossupressão e pode gerar problemas de infertilidade”.


Novas ações


Um projeto começa a ganhar corpo este mês de outubro e acabar com o fornecimento de filhotes do litoral potiguar e cearense para o litoral alagoano, aumentar a idade média da população de peixes-boi nessa área e com o risco de hibridismo em cativeiro. A Aquasis, com patrocínio da Petrobras e apoio do Sesc no Ceará, vai construir o novo Centro de Reabilitação, com seis tanques, para oferecer área de quarentena, reabilitação e desmame, além de uma área de transição para a devolução à natureza em Icapuí, no Ceará. Até nove filhotes poderão ser atendidos, simultaneamente. As instalações contarão com ambulatório, laboratório, cozinha para os animais. O CMA oferecerá a parceria técnica. Ao todo, o centro representa um investimento de R$ 2 milhões. O plano é a obra estar concluída em sete meses.

Novo centro de reabilitação de peixes-boi, no Ceará, poderá resolver vários problemas na conservação desse mamífero dócil e raro, no litoral brasileiro. Imagem: Acervo Aquasis


Além do centro, outros planos estão na pauta, conta a presidente da Aquasis, a bióloga Cristine Negrão. Junto com alguns parceiros, propõe a criação de uma área marinha protegida (AMP) no litoral leste do Ceará. A área protegeria os municípios de Icapuí, Aracati, Fortim e Beberibe, faria o ordenamento da pesca artesanal e do turismo. “São as duas principais atividades econômicas da região”, conta Cristine. “A área favoreceria a conservação da biodiversidade costeira, em especial o peixe-boi marinho, as aves migratórias e os berçários da vida marinha”.

Outro projeto visa beneficiar a vida selvagem no litoral extremo-oeste, no complexo estuarino do Rio Timonha Ubatuba. É uma região, com aproximadamente 10 mil hectares de bosque de mangue bem preservado, com rica população de animais. “O interessante nesta região, é que não há o registro de encalhes de filhotes recém-nascidos”, compara Cristine.


A ideia é criar nesta região o Refúgio de Vida Silvestre do Peixe-boi Marinho. Vários trabalhos comprovam a qualidade do ambiente. O
estudo com a proposição da unidade de conservação está completo e aguarda apenas uma decisão política, em defesa da vida.

Retirando do blog acidadeicapui.com.br
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MUTIRÃO DA CIDADANIA: RECONSTRUINDO ICAPUÍ

A Prefeitura Municipal de Icapuí realiza no próximo dia 17 de dezembro de 2011, o 1° Mutirão da Cidadania. O poder público municipal convoca, através desta atividade, todos os cidadãos para um dia inteiro de limpeza das praias, ruas e terrenos.
"O Mutirão da Cidadania acontecerá durante todo o dia, com a participação de garis, estudantes, professores, diretores de escolas, agentes de saúde e de endemias, igrejas, lideranças comunitários, comerciantes, empresas, servidores e funcionários da prefeitura.
A cidade será dividida em áreas. Cada comunidade terá uma equipe responsável pela limpeza na sua região, como o apoio da prefeitura. A população está sendo mobilizada a se engajar no Mutirão, sendo parceira do poder público na reconstrução de Icapuí." Esse tem sido o discurso da atual gestão.
O ato também tem um aspecto ambiental, pois mobilizar e cuidar da cidade é cuidar, também, do meio ambiente, da qualidade de vida, preservar as belezas naturais, paisagísticas e etc.
Participe!




Informações: Gabinete do Prefeito
Fone: (88) 3432-1200
e-mail: comunicapui@gmail.com
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ESCOLA MIZINHA REALIZA FEIRA DE CIÊNCIAS E FESTAL

Acontece entre os dias 12 e 16 de dezembro de 2011, a II FEIRA DE CIÊNCIAS, ARTE E CULTURA: "MEU AMBIENTE" E O FESTIVAL DE TALENTOS 2011, da Escola de Ensino Fundamental Professora Mizinha. A atividade é uma iniciativa do Núcleo Gestor, professores, funcionários e do Grêmio Estudantil. A abertura acontece justamente no dia de aniversário da escola, 12 de dezembro. No dia 13/12 durante todo o dia acontece exposições dos trabalhos e experiências desenvolvidos pelos alunos, a  noite acontece a abertura do Festival de Talentos (FESTAL 2011), os dias seguintes serão de atividades esportivas e recreativas, finalizando no dia 16/12. A programação pode conferir logo abaixo:



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SEMAM promove a 3ª Semana pelo Rio Jaguaribe

Abrimos espaço em nosso blog para noticiar os acontecimentos de nossos parceiros na região. Hoje o espaço é da SEMAM (Secretaria de Meio Ambiente) da Prefeitura Municipal de Fortim, parceiros da ARATU. Segue matéria enviada por Régia Lima - DEMAF.


       Fortim está situado no litoral leste do Estado é banhado pelos Rios Pirangi e Jaguaribe, este sendo o mais importante rio do Ceará considerado o mais seco do mundo e deságua justamente neste município, proporcionando um espetáculo da natureza, berçário de várias espécies marinhas e entrelaçado com o Oceano Atlântico (encontro do Rio com Mar) favorece práticas de esportes náuticos, além de ser potencialmente econômico, visto que os moradores sobrevivem do mesmo.
        O Jaguaribe nasce na Serra da Joaninha em Tauá-CE, e deságua no Oceano Atlântico, mais precisamente na cidade de Fortim-CE. Percorrendo uma extensão 633 km, rio brasileiro que banha o Estado do Ceará, significa em tupi-guarani “Rio das Onças”, (jaguar-y-pe). No seu leito foram construídos os dois grandes açudes cearenses: o Orós e o Castanhão. 


        Fazendo parte do Baixo Jaguaribe, Fortim não poderia deixar de comemorar o Dia do Rio, festejado Nacionalmente no dia 24 de novembro. A primeira iniciativa do Departamento Municipal de Meio Ambiente em 2009 foi comemorar esta data durante uma semana, a “Semana pelo Rio Jaguaribe” entre os dias 23 a 27 de novembro, desde então inserido no Calendário Municipal.


         Com ações de Educação Ambiental, palestras nas escolas Municipais e Estadual, coleta de resíduos sólidos na faixa ribeirinha, com uma programação diária em cada escola, envolvendo mais de mil pessoas. O encerramento aconteceu no dia 27 de novembro, com a exposição dos trabalhos Ambientais desenvolvidos pelos alunos e pelo jovens do Pró - Jovem durante, concluindo com a apresentação oficial do Departamento de Meio Ambiente de Fortim (DEMAF) pela Prefeita Adriana Pinheiro Barbosa que esteve presente nas atividades de mobilização ambiental e coleta de lixo.   
         

Em 2010, a proposta foi realizar uma Aula Prática, no dia 24 de novembro do referi ano (quarta-feira) sobre as especificidades do Rio Jaguaribe com os integrantes das Comissões de Meio Ambiente e Qualidade de Vida (COM –VIDAS), alunos do Curso de Multiplicadores Ambientais para comemorar a Semana pelo Rio Jaguaribe 2010 e secretários municipais.
             Este ano de 2011, sendo criada a Secretaria de Meio Ambiente, a mesma lançou a proposta de realização da 3ª Semana pelo Rio Jaguaribe, com o fortalecimento das COM-VIDAS e palestras sobre as questões ambientais nas escolas municipais situadas na zona ribeirinha: Edson Barbosa no Guajirú, José Alexandre no Jardim, e Arthur Lira em Viçosa, Maria Luiza na Sede e Comunitária da Barra, envolvendo centenas de alunos, estando presente o Sr. Christian Chianca, Secretário Municipal de Meio Ambiente. A programação aconteceu entre os dias 21 a 24 de novembro deste ano, de segunda a quinta-feira, encerrando no Dia do Rio (24) celebrado com um passeio de barco com representações das escolas e convidados. 


No dia 24 realizou-se um passeio de barco, sendo o encerramento da Semana pelo Rio Jaguaribe, promovendo ações de educação ambiental e conhecendo o ecossistema de manguezal e estuário do Rio Jaguaribe, guiados pelo professor Antônio Florêncio, geógrafo.
Este momento propiciou uma aula de campo para que os alunos conhecessem de fato o que está ao redor, a própria história, a realidade ambiental, o que degrada, quem degrada o meio ambiente e aprenderem como diminuir esses impactos gerados pela ação do homem e da natureza, fortalecendo a consciência ambiental de cada participante, além de ser um momento oportuno de lazer e encanto pelas belezas naturais que o município dispõem às margens do Rio Jaguaribe.
 

Régia Lima
DEMAF

Outros registros:











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PLATAFORMA PELA REFORMA DO SISTEMA POLÍTICO


O presidente da ARATU, Carlos Alberto Pereira, esteve nos dias 25 e 26 de outubro, em Brasília, onde participou de reunião da PLAFORMA PELA REFORMA DO SISTEMA POLÍTICO. A reunião objetivou fazer uma socialização de informações de como anda a mobilização e a Iniciativa Popular nos estados, movimentos e redes; fazer um planejamento para 2012; e apresentação da pesquisa "Arquitetura da Participação Social no Brasil Contemporâneo: avanços e desafios", realizada pelo Instituto de Estudos Socioeconomicos - INESC e o Instituto Polis, que contou com o apoio do Ipea e da Fundação Ford.
Desde 2005 os movimentos sociais, a partir do seminário nacional "Novas estratégias para ampliar a democracia e a participação", que aconteceu em Recife, veem discutindo e formatando uma proposta dos Movimentos Sociais e Redes para a Reforma do Sistema Politico Brasileiro. 
A ARATU está fazendo parte das discussões e se articula junto as demais instituições, redes, movimentos que participam da plataforma.

Em breve no blog divulgaremos mais detalhes da PLATAFORMA PELA REFORMA DO SISTEMA POLÍTICO.
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OFICINA ATUALIZANDO A LÍNGUA TEM HORÁRIO ALTERADO


A ARATU informa aos interessandos na OFICINA ATUALIZANDO A LÍNGUA que o horário em que a mesma aconteceria sofreu alteração. O dia está realmente confirmado para sábado, dia 05 de novembro de 2011. O local também já está confirmado, a EEM PROF. GABRIEL EPIFÂNIO DOS REIS. O horário sofreu alteração, não vai acontecer mais pela manhã de sábado, como havíamos divulgado anteriormente, mas sim no período da tarde, das 13:00h às 17:00h.
As inscrições estão abertas até quinta-feira, 03 de novembro de 2011, até meia noite. Os interessados poderão se inscrever através do blog da ARATU (www.aratu.org.br) ou pelos e-mails: aratu_ce@yahoo.com.br ou associacaoaratu@gmail.com, contendo NOME COMPLETO, ESCOLARIDADE, PROFISSÃO, DATA DE NASCIMENTO, ENDEREÇO E FONE.
Apenas 25 (vinte e cinco) vagas serão ofertadas.

Os participantes deverão portar lápis com borracha e caneta esferográfica.

As vagas serão asseguradas por ordem de inscrição. Boa Sorte!
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OFICINA DE LÍNGUA PORTUGUESA

 Ilustração da internet

A ARATU realizará no próximo dia 05 de novembro de 2011, sábado, a oficina: ATUALIZANDO A LÍNGUA. A oficina é destinada a comunidade em geral e que tenham interesse em aperfeiçoar os conhecimentos de aplicação da Língua Portuguesa. A mesma será ministrada pelo Prof. José Nilson Félix da Silva, graduado em Letras (Língua Portuguesa) pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte - UERN, e especialista em Língua Portuguesa pela mesma instituição.
O número de vagas é limitado (25 vagas). Os interessados poderão fazer inscrição através do BLOG DA ARATU (www.aratu.org.br) clicando na aba CONTATOS ou enviar sua inscrição através dos e-mails: aratu_ce@yahoo.com.br ou associacaoaratu@gmail.com, contendo os seguintes dados:

NOME COMPLETO:
ESCOLARIDADE:
PROFISSÃO:
DATA DE NASCIMENTO:
ENDEREÇO:
FONE:


Lembramos que receberemos inscrições até quinta-feira (03/11/2011). Após a inscrição aguarde confirmação da mesma por e-mail ou telefone.

IMPORTANTE:

OFICINA: ATUALIZANDO A LÍNGUA
FACILITADOR: JOSÉ NILSON FÉLIX DA SILVA
                             Graduado em Letras (Língua Portuguesa) pela UERN
                             Especialista em Língua Portuguesa pela UERN
                             Graduado em História pela PUC-RJ

CONTEÚDO: Textualidade, Acentuação, Ortografia (Novo Acordo)
PÚBLICO-ALVO: Comunidade em geral (25 vagas)
DATA: 05/11/2011 (SÁBADO)
HORÁRIO: 07:30h às 11:30h
LOCAL: EEM PROF. GABRIEL EPIFÂNIO DOS REIS (A CONFIRMAR)
REALIZAÇÃO: Associação ARATU de Proteção aos Ecossistemas Costeiros
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ERA UMA VEZ UM PLANETA

As reflexões em relação a problemática ambiental têm se apresentado de diversas formas. Chegou até nós, do blog aratu, uma reflexão poética sobre os problemas enfretados pelo PLANETA TERRA, em forma de cordel que apresentamos agora:

ERA UMA VEZ UM PLANETA
Autor: Victor “Lobisomem”

Era uma vez um planeta
Que por Deus fora criado
Com carinho paciência
Amor, zelo e cuidado
Com muita dedicação
O planeta criação
De “Terra” foi batizado

Flutuando no espaço
E cercado por bilhões
De estrelas cintilantes
Juntas em constelações
E acompanhada da sua
Admiradora lua
Fonte de inspirações

Havia também um sol
O astro rei imponente
Acariciando a Terra
Com seu brilho forte e quente
Iluminando distante
Poderoso sol brilhante
E sua energia ardente

Em volta daquele sol
A Terra rodopiava
Num movimento constante
A lua lhe imitava
Num floreio bem bonito
Girando pelo infinito
Parecia que dançava

No planeta Terra as águas
Como um manto cobriam
Lá do alto das montanhas
Em cachoeiras desciam
Estavam em toda parte
Feito uma obra de arte
E pelos rios corriam

Águas doces percorriam
As florestas viajando
Em busca de encontrar
Quem estava lhes esperando
Os oceanos e mares
E os pássaros pelos ares
Iam lhes acompanhando

Pássaros voam cantando
Sobrevoando os rios
Os mares vão agitando
As águas em corrupios
Ondas beijando a areia
É manhã de maré cheia
Os ventos sopram vadios

O céu azul emoldura
Essa obra colossal
Feita pelas mãos divinas
Em um gesto paternal
Obra de rara beleza
Chamada de natureza
Fenômeno sem igual

Criação mais que perfeita
Majestosa harmonia
E o Grande Deus amoroso
Resolveu criar um dia
Encheu-se de esperança
E à sua semelhança
A raça humana nascia

O homem tinha na Terra
Tudo para viver bem
Água limpa, muitos frutos
E os animais também
A natureza vivia
Lhe servindo noite e dia
Sem cobrar nada a ninguém

Naquele lindo planeta
O tempo ia passando
A raça humana também
Ia se multiplicando
Mas sem a preocupação
Sem cuidado e gratidão
Tudo foi modificando

Nada foi acontecendo
Da noite para o dia
Foi tudo bem devagar
Pouca gente percebia
Mas o homem se esqueceu
De cuidar do que era seu
De preservar a harmonia

Deus bastante preocupado
Tudo fez pra ajudar
Mandava muitos sinais
Pro perigo alertar
Mas o homem nem ligava
Com nada se preocupava
Só fazia devastar

Muitos anos se passaram
Milhares, talvez milhões
E hoje aqui estamos
Cheios de preocupações
Em que mundo nós estamos?
Mas mesmo assim não paramos
Com tantas destruições

Devastamos as florestas
Poluímos nosso ar
O mesmo ar que nós mesmos
Estamos a respirar
Se de nós for depender
Nossa água de beber
Pode até se acabar

Dizem que o ser humano
É um ser racional
Fico eu me perguntando
Como é que um animal
Que se diz inteligente
Destrói o meio ambiente
Seu habitat natural?

Apontamos uns aos outros
Pra responsabilizar
O governo, as indústrias
Quem mais podemos culpar?
Mas nada posso dizer
Sem minha parte eu fazer
Para isso melhorar

Seca, enchente, tsunami
Impacto ambiental
Desequilíbrio ecológico
Aquecimento global
Cadê nossa inteligência
Educação, consciência
De um ser racional?

Nunca é tarde, ainda é tempo
De encontrar a solução
Devemos à natureza
Carinho e gratidão
Me desculpe se incomodo
Mas hoje foi deste modo
Que me veio a inspiração

Deus nos dê mais uma chance
Agora eu lhe dou certeza
Nós vamos cuidar direito
De toda essa beleza
Então pra lavar as almas
Peço uma salva de palmas
Pra nossa Mãe Natureza


FIM
Outubro/2007
Autor: Victor Alvim

* Este cordel foi escrito por sugestão e convite de Cláudio Baltar (Parafina) da Intrépida Trupe para ser apresentado com o espetáculo “ÁGUA DE BEBER” no evento ecológico NEUTRALIZO realizado no Jardim Botânico do Rio de Janeiro em outubro de 2007


www.quintal-do-lobisomem.blogspot.com
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I SALÃO TERRITORIAL DO LITORAL LESTE

Acontece nos dias 27 e 28 de setembro de 2011, na Faculdade do Vale Jaguaribe -FVJ, em Aracati-CE, o I SALÃO TERRITORIAL DO LITORAL LESTE. O salão é promovido pelo Governo do Estado do Ceará através da Secretaria de Desenvolvimento Agrário - SDA. Hoje, primeiro dia do salão foi lançado o Plano Territorial de Desenvolvimento Sustentável - PTDRS, do Litoral Leste (Aracati, Beberibe, Cascavel, Fortim, Icapuí, Itaiçaba, Jaguaruana e Pindoretama). Foi realizado, ainda, ato de assinatura do pacto para execução do PTDRS, com a presença do secretário do Desenvolvimento Agrário, Nelson Martins, prefeitos, representantes da sociedade civil e integrantes do núcleo dirigente presentes no salão.
O evento será oportunidade, também, para fortalecer os Comitês Temáticos (Educação, Saúde, Meio Ambiente, Organização Sustentável da Produção e Assistência Social) e os setoriais como de Mulheres e Juventude, por exemplo.

O que é o Plano Territorial de Desenvolvimento Rural Sustentável - PTDRS?*

O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), através do Conselho Nacional de Desenvolvimento Rural e Sustentável (Condraf) apresenta uma nova concepção do rural brasileiro com inovações na abordagem territorial através de três características básicas: o espaço de produção, o espaço de relação com a natureza e o espaço de (re) produção de modos de vidas diferenciados.
Essa nova compreensão tem uma abordagem territorial ancorada no desenvolvimento sustentável, que busca entre outras estratégias uma gestão social, o fortalecimento do estado e o protagonismo dos atores institucionais, constituído a partir de instâncias colegiadas que possam nesses espaços, exercerem o controle e a gestão das políticas públicas.
O desenvolvimento dessa gestão social é articulada, em âmbito Federal, pela Secretaria do Desenvolvimento Territorial (SDT) e no âmbito Estadual pela Secretaria de Desenvolvimento Agrário (SDA) que em parceria com o Instituto Agropolos do Ceará, caminha através de uma metodologia participativa e democrática, apoiando os processos construídos com os colegiados dos treze territórios cearenses.
O principal instrumento de apoio a esta gestão é o Plano Territorial de Desenvolvimento Rural Sustentável (PTDRS) elaborado com a experiência de planos já existentes ou exercida e praticada de acordo com a vivência de cada território. O PTDRS tem entre outros objetivos ser um documento de negociação que considera a diversidade de pensamentos, interesses, práticas e sonhos existentes nos territórios. Permite o acesso qualificado às políticas públicas, de inclusão, proporciona condições necessárias para a ampliação e o fortalecimento dos diferentes públicos existentes nos territórios.


*Extraído da Cartilha Território Litoral Leste
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FLORESTA FAZ A DIFERENÇA

Na quinta-feira, 25 de agosto de 2011, publicamos neste espaço o MANIFESTO EM DEFESA DAS FLORESTAS E DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL (confira http://bit.ly/omXjXn.) A ARATU vem mais uma vez ratificar o apoio ao manifesto que tramita no Senado Federal desde junho de 2011. É uma forma de contribuir e fortalecer a luta pela NÃO APROVAÇÃO DO NOVO CÓDIGO FLORESTAL BRASILEIRO.
Em breve iremos iniciar uma campanha local para busca de assinaturas ao abaixo-assinado e nos somar às diversas instituições que já aderiram à campanha. Mas se deseja assinar o abaixo-assinado desde já, você pode aderir assinando a petição online: http://www.florestafazadiferenca.org.br/assine.

Veja o vídeo da campanha e ajude-nos na divulgação:



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OS 10 MANDAMENTOS DO USUÁRIO VERDE DE TECNOLOGIA

 Ilustração retirada da internet

Somos cada vez mais levados a pensar e repensar, nos dias atuais, antes de comprarmos qualquer produto seja ele eletrônico ou não. Pensando na "febre" dos eletrônicos e descartáveis que somos constantemente seduzidos à comprar e a consumir, muitas vezes sem a mínima necessidade, resolvemos postar os 10 mandamentos do usuário verde de tecnologia, retirado do fasc. 04, do curso de Agentes Ambientais, da Fundação Demócrito Rocha:

Os 10 mandamentos do usuário verde de tecnologia
 

I - Pesquise: é importante descobrir se o fabricante dos produtos eletrônicos tem preocupações com o ambiente e se recolherá as peças usadas para reciclagem, depois que o aparelho perder sua utilidade.
II - Prolongue: você não precisa trocar de celular todos os anos ou comprar um computador com essa mesma frequência. Quanto mais eletrônicos adquirir, maior será a quantidade de lixo eletrônico. Por isso, cuide bem de seus produtos e aprenda a evitar os constantes apelos de troca.
III - Doe: caso seja realmente necessário comprar um novo eletrônico quando o seu ainda estiver funcionando, doe para alguém que vá usá-lo. Dessa forma, ainda é possível prolongar a vida útil do aparelho e a pessoa que recebê-lo não precisará comprar um novo.
IV - Recicle: os grandes fabricantes de eletrônicos oferecem programas de reciclagem. Antes de jogar aquele monitor estragado no lixo, entre em contato com a empresa (via internet ou central de atendimento telefônico) e pergunte onde as peças são coletadas. Muitas assistências também coletam esse material.
V - Substitua: procure sempre fazer mais com menos. Produtos que agregam várias funções, como uma multifuncional, consomem menos energia do que cada aparelho usado separadamente. Também vale minimizar o uso de recursos ligados ao ambiente: para que imprimir, se dá para ler na tela?
VI - Informe-se: o usuário de tecnologia deve ser adepto ao consumo responsável, sabendo as consequências que seus bens causam ao ambiente. Por isso, é importante estar atento ao assunto - somente assim será possível eliminar hábitos ruins e tomar atitudes que minimizem o impacto do lixo eletrônico.
VII - Opte pelo original: as empresas que falsificam produtos não seguem políticas de preservação do ambiente ou se responsabilizam pelas peças comercializadas, depois que sua vida útil chega ao fim. Por isso, é sempre importante comprar eletrônicos originais.

VIII - Pague: os produtos dos fabricantes que oferecem programas de preservação ambiental podem ser mais caros -- isso porque parte dos gastos com essas iniciativas pode ser repassada para o consumidor. A diferença de preço não chega a níveis absurdos e por isso, vale a pena optar pela alternativa “verde”.
IX - Economize energia: na hora de comprar um eletrônico, opte pelo produto que consome menos energia. Além disso, o consumidor consciente deve usar fontes de energia limpa (como a solar) sempre que possível.
X - Mobilize: é importante passar informações sobre lixo eletrônico para frente, pois muitos usuários de tecnologia não se dão conta do tamanho do problema. Divulgue, mas evite aqueles discursos inflados e catastróficos dos “ecochatos”, que não são nada populares.

Para evitar problemas como os indicados é necessário que os consumidores mudem seus hábitos na hora de comprar e descartar eletrônicos. Você pode contribuir para redução do lixo eletrônico. Compre menos e reaproveite mais.



Fonte: Retirado do fasc. Quatro - Sociedade, Meio Ambiente e Educação - Agentes Ambientais; FDR.
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MANIFESTO DO COMITÊ BRASIL EM DEFESA DAS FLORESTAS E DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO BRASIL

Lançado em no dia 07 de junho de 2011, em Brasília, na sede do conselho federal da OAB, na presença de senadores, deputados, organizações da sociedade civl, o MANIFESTO DO COMITÊ BRASIL EM DEFESA DAS FLORESTAS E DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO BRASIL, tem como objetivo mobilizar a opinião pública contra o projeto de lei que modifica o Código Florestal, definido como um retrocesso na proteção do meio ambiente.

A ARATU reproduz, aqui, o manifesto e soma-se a corrente em proteção às nossas florestas.

MANIFESTO DO COMITÊ BRASIL EM DEFESA DAS FLORESTAS E DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO BRASIL

Por que tanta polêmica em torno da manutenção do que resta das nossas florestas? Será possível que ambientalistas, cientistas, religiosos, empresários, representantes de comunidades, movimentos sociais e tantos cidadãos e cidadãs manifestem sua indignação diante do texto do Código Florestal, aprovado pela Câmara dos Deputados, apenas por um suposto radicalismo ou desejo de conflito sem cabimento? Será justo afirmar que os defensores das florestas não levam em conta as pessoas e suas necessidades de produzir e consumir alimentos? Do que se trata, afinal? O que importa para todos os brasileiros?

Importa, em primeiro lugar, esclarecer a grande confusão sob a qual se criam tantas desinformações: não está se fazendo a defesa pura e simples das florestas. Elas são parte dos sonhos de um país com mais saúde, menos injustiça, no qual a qualidade de vida de todos seja um critério levado em conta. Um Brasil no qual os mais pobres não sejam relegados a lugares destruídos, perigosos e insalubres. No qual a natureza seja respeitada para que continue sendo a nossa principal fonte de vida e não a mensageira de nossas doenças e de catástrofes.

A Constituição Brasileira afirma com enorme clareza esses ideais, no seu artigo 225, quando estabelece que o meio ambiente saudável e equilibrado é um direito da coletividade e todos – Poder Público e sociedade – têm o dever de defendê-lo para seu próprio usufruto e para as futuras gerações

Esse é o princípio fundamental sob ataque agora no Congresso Nacional, com a aprovação do projeto de lei que altera o Código Florestal. 23 anos após a vigência de nossa Constituição quer-se abrir mão de suas conquistas e provocar enorme retrocesso.

Há décadas se fala que o destino do Brasil é ser potência mundial. E muitos ainda não perceberam que o grande trunfo do Brasil para chegar a ser potência é a sua condição ambiental diferenciada, nesses tempos em que o aquecimento global leva a previsões sombrias e em que o acesso à água transforma-se numa necessidade mais estratégica do que a posse de petróleo. Água depende de florestas. Temos o direito de destruí-las ainda mais? A qualidade do solo, para produzir alimentos, depende das florestas. Elas também são fundamentais para o equilíbrio climático, objetivo de todas as nações do planeta. Sua retirada irresponsável está ainda no centro das causas de desastres ocorridos em áreas de risco, que tantas mortes têm causado, no Brasil e no mundo.

Tudo o que aqui foi dito pode ser resumido numa frase: vamos usar, sim, nossos recursos naturais, mas de maneira sustentável. Ou seja, com o conhecimento, os cuidados e as técnicas que evitam sua destruição pura e simples.

É mais do que hora de o País atualizar sua visão de desenvolvimento para incorporar essa atitude e essa visão sustentável em todas as suas dimensões. Tal como a Constituição reconhece a manutenção das florestas como parte do projeto nacional de desenvolvimento, cabe ao poder público e nós, cidadãos brasileiros, garantir que isso aconteça.

Devemos aproveitar a discussão do Código Florestal para avançar na construção do desenvolvimento sustentável. Para isso, é de extrema importância que o Senado e o governo federal ouçam a sociedade brasileira e jamais esqueçam que seus mandatos contêm, na origem, compromisso democrático inalienável de respeitar e dialogar com a sociedade para construir nossos caminhos.

O Comitê Brasil em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável, criado pelas instituições abaixo assinadas, convoca a sociedade brasileira a se unir a esse desafio, contribuindo para a promoção do debate e a apresentação de propostas, de modo que o Senado tenha a seu alcance elementos para aprovar uma lei à altura do Brasil.

Brasília, 7 de junho de 2011

Ordem dos Advogados do Brasil (OAB)
Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB)
Associação Brasileira de Imprensa (ABI)
Central Única dos Trabalhadores (CUT)
Forum de ex-ministros de meio ambiente
Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social,
Movimento SOS Florestas
Via Campesina
Federação de Trabalhadores na Agricultura Familiar (Fetraf Brasil)
Grupo de Trabalho Amazônico (GTA)
Comitê Intertribal da Rio+20
Associação Brasileira das ONGs (ABONG),
Conselho Nacional das Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC)
Rede de Juventude Pelo Meio Ambiente (REJUMA)
Movimento Amazônia para Sempre
Movimento Humanos Direitos (MUDH)
Instituto Democracia e Sustentabiliade (IDS)
Greenpeace Brasil
Instituto Socioambiental (ISA)
Movimentos dos Trabalhadores Sem Terra (MST)
Movimento de Mulheres Camponesas (MMC)
Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA)
Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB)
Associação (Apremavi)
Imaflora
Instituto Centro de Vida (ICV)
Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM)
WWF Brasil
SOS MATA ATLÂNTICA
Associação Alternativa Terrazul
Vitae Civilis
Federação de Órgãos para a Assistência Social e Educacional (FASE)
IBASE
Sinpaf – Sindicato Nacional dos Trabalhadores de Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário
Fórum Nacional de Reforma Urbana
Rede Ecumênica da Juventude (REJU)
Instituto Sociedade População e Natureza (ISPN)
Instituto de Estudos Socioeconômicos (INESC)
SOS Clima Terra
Movimento Inovação Brasil (MIB)
Instituto Políticas Alternativas para o Cone Sul (PACS)

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PROJETO CONSCIENTE COLETIVO

Na última sexta-feira, 19 de agosto, o presidente da ARATU, Carlos Alberto Pereira, esteve em Fortaleza, no Vila das Artes, participando da oficina onde foi apresentado o Projeto Consciente Coletivo. O projeto é uma iniciativa do Canal Futura, em parceria com o Instituto Akatu e HP do Brasil. A oficina foi ministrada pela Mobilizadora e Articuladora Social do Canal Futura - NE, Ana Amélia Melo que ressaltou a importância do envolvimento das crianças e jovens no projeto visando uma mudança de atitude em relação ao consumo feito pela sociedade atual.
Cada episódio, produzido com um curioso processo de animação com papel, ensina o que é e por que é tão importante adotar o consumo consciente no nosso dia a dia. As peças vão ao ar nos intervalos de programação do Canal Futura.
Além da série audiovisual, o trabalho de conscientização vai ser reforçado por uma ação pedagógica em 1.000 instituições, parceiras do Akatu e do Canal Futura, espalhadas por todo o país. As organizações presentes na oficina já receberam seus kits educativos compostos por DVDs com os episódios da série e um livro com reflexões e sugestões para o uso pedagógico do material.

A ação é parte do programa de educação, realizado desde 2008 pelo Akatu com apoio da HP, e é dirigida a crianças e jovens.
No estado do Ceará 21 organizações foram convidadas a participarem desse projeto, entre elas a ARATU.

O passo agora é começar a desenvolver o projeto com as demais instituições, grupos, escolas do município. A ARATU informa que em breve estará comunicando de que maneira o projeto será desenvolvido em Icapuí e na região.
 Ana Amélia Melo
Mobilizadora e Articuladora Social - Canal Futura NE




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Quem somos!

Fundada em 28 de abril de 2005 por um grupo de jovens identificados com as questões ambientais, a Associação Aratu de Proteção aos Ecossistemas Costeiros - ARATU é uma entidade sem fins lucrativos sediada no município de Icapuí-CE. A primeira composição do grupo surgiu a partir do Curso de Caracterização e Recuperação de Áreas Degradadas do Ecossistema Manguezal que aconteceu em Icapuí-CE, no ano de 2003, em função da execução do Projeto Esse Mar é Meu.

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