I SALÃO TERRITORIAL DO LITORAL LESTE

Acontece nos dias 27 e 28 de setembro de 2011, na Faculdade do Vale Jaguaribe -FVJ, em Aracati-CE, o I SALÃO TERRITORIAL DO LITORAL LESTE. O salão é promovido pelo Governo do Estado do Ceará através da Secretaria de Desenvolvimento Agrário - SDA. Hoje, primeiro dia do salão foi lançado o Plano Territorial de Desenvolvimento Sustentável - PTDRS, do Litoral Leste (Aracati, Beberibe, Cascavel, Fortim, Icapuí, Itaiçaba, Jaguaruana e Pindoretama). Foi realizado, ainda, ato de assinatura do pacto para execução do PTDRS, com a presença do secretário do Desenvolvimento Agrário, Nelson Martins, prefeitos, representantes da sociedade civil e integrantes do núcleo dirigente presentes no salão.
O evento será oportunidade, também, para fortalecer os Comitês Temáticos (Educação, Saúde, Meio Ambiente, Organização Sustentável da Produção e Assistência Social) e os setoriais como de Mulheres e Juventude, por exemplo.

O que é o Plano Territorial de Desenvolvimento Rural Sustentável - PTDRS?*

O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), através do Conselho Nacional de Desenvolvimento Rural e Sustentável (Condraf) apresenta uma nova concepção do rural brasileiro com inovações na abordagem territorial através de três características básicas: o espaço de produção, o espaço de relação com a natureza e o espaço de (re) produção de modos de vidas diferenciados.
Essa nova compreensão tem uma abordagem territorial ancorada no desenvolvimento sustentável, que busca entre outras estratégias uma gestão social, o fortalecimento do estado e o protagonismo dos atores institucionais, constituído a partir de instâncias colegiadas que possam nesses espaços, exercerem o controle e a gestão das políticas públicas.
O desenvolvimento dessa gestão social é articulada, em âmbito Federal, pela Secretaria do Desenvolvimento Territorial (SDT) e no âmbito Estadual pela Secretaria de Desenvolvimento Agrário (SDA) que em parceria com o Instituto Agropolos do Ceará, caminha através de uma metodologia participativa e democrática, apoiando os processos construídos com os colegiados dos treze territórios cearenses.
O principal instrumento de apoio a esta gestão é o Plano Territorial de Desenvolvimento Rural Sustentável (PTDRS) elaborado com a experiência de planos já existentes ou exercida e praticada de acordo com a vivência de cada território. O PTDRS tem entre outros objetivos ser um documento de negociação que considera a diversidade de pensamentos, interesses, práticas e sonhos existentes nos territórios. Permite o acesso qualificado às políticas públicas, de inclusão, proporciona condições necessárias para a ampliação e o fortalecimento dos diferentes públicos existentes nos territórios.


*Extraído da Cartilha Território Litoral Leste
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FLORESTA FAZ A DIFERENÇA

Na quinta-feira, 25 de agosto de 2011, publicamos neste espaço o MANIFESTO EM DEFESA DAS FLORESTAS E DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL (confira http://bit.ly/omXjXn.) A ARATU vem mais uma vez ratificar o apoio ao manifesto que tramita no Senado Federal desde junho de 2011. É uma forma de contribuir e fortalecer a luta pela NÃO APROVAÇÃO DO NOVO CÓDIGO FLORESTAL BRASILEIRO.
Em breve iremos iniciar uma campanha local para busca de assinaturas ao abaixo-assinado e nos somar às diversas instituições que já aderiram à campanha. Mas se deseja assinar o abaixo-assinado desde já, você pode aderir assinando a petição online: http://www.florestafazadiferenca.org.br/assine.

Veja o vídeo da campanha e ajude-nos na divulgação:



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OS 10 MANDAMENTOS DO USUÁRIO VERDE DE TECNOLOGIA

 Ilustração retirada da internet

Somos cada vez mais levados a pensar e repensar, nos dias atuais, antes de comprarmos qualquer produto seja ele eletrônico ou não. Pensando na "febre" dos eletrônicos e descartáveis que somos constantemente seduzidos à comprar e a consumir, muitas vezes sem a mínima necessidade, resolvemos postar os 10 mandamentos do usuário verde de tecnologia, retirado do fasc. 04, do curso de Agentes Ambientais, da Fundação Demócrito Rocha:

Os 10 mandamentos do usuário verde de tecnologia
 

I - Pesquise: é importante descobrir se o fabricante dos produtos eletrônicos tem preocupações com o ambiente e se recolherá as peças usadas para reciclagem, depois que o aparelho perder sua utilidade.
II - Prolongue: você não precisa trocar de celular todos os anos ou comprar um computador com essa mesma frequência. Quanto mais eletrônicos adquirir, maior será a quantidade de lixo eletrônico. Por isso, cuide bem de seus produtos e aprenda a evitar os constantes apelos de troca.
III - Doe: caso seja realmente necessário comprar um novo eletrônico quando o seu ainda estiver funcionando, doe para alguém que vá usá-lo. Dessa forma, ainda é possível prolongar a vida útil do aparelho e a pessoa que recebê-lo não precisará comprar um novo.
IV - Recicle: os grandes fabricantes de eletrônicos oferecem programas de reciclagem. Antes de jogar aquele monitor estragado no lixo, entre em contato com a empresa (via internet ou central de atendimento telefônico) e pergunte onde as peças são coletadas. Muitas assistências também coletam esse material.
V - Substitua: procure sempre fazer mais com menos. Produtos que agregam várias funções, como uma multifuncional, consomem menos energia do que cada aparelho usado separadamente. Também vale minimizar o uso de recursos ligados ao ambiente: para que imprimir, se dá para ler na tela?
VI - Informe-se: o usuário de tecnologia deve ser adepto ao consumo responsável, sabendo as consequências que seus bens causam ao ambiente. Por isso, é importante estar atento ao assunto - somente assim será possível eliminar hábitos ruins e tomar atitudes que minimizem o impacto do lixo eletrônico.
VII - Opte pelo original: as empresas que falsificam produtos não seguem políticas de preservação do ambiente ou se responsabilizam pelas peças comercializadas, depois que sua vida útil chega ao fim. Por isso, é sempre importante comprar eletrônicos originais.

VIII - Pague: os produtos dos fabricantes que oferecem programas de preservação ambiental podem ser mais caros -- isso porque parte dos gastos com essas iniciativas pode ser repassada para o consumidor. A diferença de preço não chega a níveis absurdos e por isso, vale a pena optar pela alternativa “verde”.
IX - Economize energia: na hora de comprar um eletrônico, opte pelo produto que consome menos energia. Além disso, o consumidor consciente deve usar fontes de energia limpa (como a solar) sempre que possível.
X - Mobilize: é importante passar informações sobre lixo eletrônico para frente, pois muitos usuários de tecnologia não se dão conta do tamanho do problema. Divulgue, mas evite aqueles discursos inflados e catastróficos dos “ecochatos”, que não são nada populares.

Para evitar problemas como os indicados é necessário que os consumidores mudem seus hábitos na hora de comprar e descartar eletrônicos. Você pode contribuir para redução do lixo eletrônico. Compre menos e reaproveite mais.



Fonte: Retirado do fasc. Quatro - Sociedade, Meio Ambiente e Educação - Agentes Ambientais; FDR.
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Quem somos!

Fundada em 28 de abril de 2005 por um grupo de jovens identificados com as questões ambientais, a Associação Aratu de Proteção aos Ecossistemas Costeiros - ARATU é uma entidade sem fins lucrativos sediada no município de Icapuí-CE. A primeira composição do grupo surgiu a partir do Curso de Caracterização e Recuperação de Áreas Degradadas do Ecossistema Manguezal que aconteceu em Icapuí-CE, no ano de 2003, em função da execução do Projeto Esse Mar é Meu.

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