INSCRIÇÕES ABERTAS PARA CURSO DE AGENTES AMBIENTAIS

Estão abertas as inscrições para quem deseja participar do CURSO DE AGENTES AMBIENTAIS pela HDG Serviços Ambiental - Petrobrás que será realizado no Auditório da Secretaria da Educação, que tem a finalidade de formar multiplicadores de agentes de limpeza do litoral no caso de ocorrência de acidentes ambientais envolvendo derramamento de óleo no mar deste estado.

As inscrições estão acontecendo na Secretaria de Turismo e Esporte, de 8h às 12h, no período de 25 de janeiro a 01 de fevereiro de 2012.

Lembrando que fazer sua inscrição será necessário levar 2 garrafas pet de 2 litros.



FONTE: www.acidadeicapui.com.br
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CÚPULA Rio+20: CONTROLE DA BIODIVERSIDADE E DOS RECURSOS NATURAIS EM JOGO

Por Marcelo Durão
Da Coordenação Nacional do MST


A Cúpula Rio+20, que será realizada entre 4 e 6 de junho de 2012, no Rio de Janeiro, reunirá em um megaevento chefes de Estado e empresários de todo o mundo para construir “alternativas” para os problemas climáticos que a humanidade vem sofrendo por conta do modelo de desenvolvimento capitalista.
Essa cúpula surgiu a partir de uma proposição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Assembléia Geral das Nações Unidas (ONU), em 2007, com a finalidade de rediscutir os acordos internacionais para o meio ambiente 20 anos depois da Eco 92. Convocada oficialmente dois anos mais tarde, a conferência já se encontra em fase de preparação.
Como proposta inicial de pauta, a conferência deve avaliar os resultados dos acordos internacionais firmados na área de desenvolvimento sustentável. A discussão considerada mais importante é a avaliação da implementação dos acordos, relacionados ao histórico das conferências que foram construídas a partir da Eco 92. Hoje, se avalia que os acordos multilaterais construídos nessas conferências não foram assumidos.
A Rio+20 discutirá também a chamada Economia Verde, considerada um dos vetores principais para alcançar o desenvolvimento sustentável e o alívio da pobreza. O terceiro ponto é a “governança global” para o meio ambiente, ligada à regulação do funcionamento dos agentes da Economia Verde. Ou seja, funcionaria como agência reguladora para a divisão dos recursos naturais remanescentes.
A Economia Verde é um termo ainda sem uma conceituação muito clara, que coloca como mercadoria diversos recursos naturais. Por exemplo, a floresta nativa, a dinâmica da abelha na polinização e na realização do mel, que se transformam em “serviços ambientais” valorizados no mercado. Dessa forma, se mercantiliza os bens comuns, transformados em produtos nas bolsas de valores.


Histórico
A Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, a Eco 92, no Rio de Janeiro, reuniu representantes de quase todos os países do mundo para tomar medidas para a diminuição da degradação ambiental e garantir a existência de outras gerações. A intenção desse encontro era introduzir a ideia do desenvolvimento sustentável, um modelo de crescimento econômico menos consumista e mais adequado ao equilíbrio ecológico.
A Eco 92 legitimou esse conceito, que abriu possibilidades para empresas e países continuarem suas ações predatórias. Neste momento, acontece o aprofundamento dessa visão com o conceito de Economia Verde (ou Capitalismo Verde), incluindo mais claramente o mercado como parte do “novo momento” do desenvolvimento sustentável.
Os debates realizados na ONU expressam que o modelo de acordos com compromissos firmados politicamente em nível mundial entre os países não são eficazes para gerar os avanços. O que vem sendo trabalhado, não só como conteúdo, mas também como processo das conferências (como em Copenhague e Cancún), é que cada país faz o que pode, desde que não prejudique a  sua economia. Como os acordos e compromissos assumidos nessas conferências não são cumpridos, são criadas metas voluntárias e novos acordos com outra filosofia (a do mercado), em vez de compromissos e  responsabilidades de forma coletiva e global. Com isso, fica de lado a responsabilidade por um desenvolvimento econômico com padrões de sustentabilidade mais rígidos.
Paralelamente ao encontro oficial, está sendo construído um grande espaço de reflexão e ação a partir da realidade dos povos, que deve ser um marco na trajetória das lutas globais por justiça social e ambiental. Esse espaço se soma ao processo que construímos desde a Eco 92, contribuindo para acumular forças na resistência, mobilizar contra as falsas soluções para a questão ambiental e apresentar novos paradigmas baseados na defesa da vida e dos bens comuns.
Contra a presença de empresas e Estados com o discurso da Economia Verde, queremos denunciar esse modelo de desenvolvimento que promove mudanças climáticas e injustiça ambiental, ampliando as desigualdades sociais. O que está em jogo é o controle dos territórios e da nossa biodiversidade. Tudo pode acabar se tornando mercadoria. Temos que nos organizar e fazer um amplo processo de formação para pressionar pela construção de acordos que realmente sejam colocados em prática pelos Estados.
O principal é colocarmos em evidencia as verdadeiras soluções e mostrar as realizações concretas que já estão em andamento. Dessa forma, poderemos repetir o que aconteceu na reunião sobre Diversidade Biológica das Nações Unidas (CDB), em Curitiba, em 2006, quando conseguimos que fosse aprovada uma moratória global contra a experimentação e o uso da tecnologia Terminator, com o povo do campo e da cidade, de forma massiva.




FONTE: www.mst.org.br
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Quem somos!

Fundada em 28 de abril de 2005 por um grupo de jovens identificados com as questões ambientais, a Associação Aratu de Proteção aos Ecossistemas Costeiros - ARATU é uma entidade sem fins lucrativos sediada no município de Icapuí-CE. A primeira composição do grupo surgiu a partir do Curso de Caracterização e Recuperação de Áreas Degradadas do Ecossistema Manguezal que aconteceu em Icapuí-CE, no ano de 2003, em função da execução do Projeto Esse Mar é Meu.

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